sábado, 2 de janeiro de 2010

O Periodo da Grande Tribulação

Já vimos que a segunda vinda de Cristo consiste de duas fases e que estas duas fases devem ser separadas por um período de tempo. O autor apresentou sua crença em que este período de tempo será o tempo da futura grande tribulação. Suas razões para esta crença aparecerão no curso deste capítulo. Deveremos estudar este período sob as seguintes epígrafes:

I. AS PASSAGENS QUE DESCREVEM ESTE PERÍODO

A primeira passagem que desejamos observar é Mat. 24:21,22 e reza como segue: “E haverá então grande tribulação, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tão pouco há de haver; e, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias”. Que estas palavras não podem ser totalmente referidas aos sofrimentos dos judeus ao tempo do sítio e destruição de Jerusalém por Tito, A. D. 70, está mostrado nos versos 29 a 31. Estes versos nos contam que imediatamente após a tribulação desses dias Cristo virá em poder e grande glória. Isto claramente se refere à segunda fase da vinda de Cristo. Nada do que atendeu ou resultou da destruição de Jerusalém pode satisfazer completamente a estes versos. Verdade é que, segundo o v. 34, a destruição de Jerusalém causou ou um cumprimento espiritual ou típico de tudo que está predito nesta parte do discurso. A destruição de Jerusalém vibrou o golpe mortal no judaísmo e marcou a vinda do reino de Deus com poder, como Jesus predissera (Mar.9:1; Mat. 16:28; Luc. 9:27). Foi isto um cumprimento espiritual de tudo quanto Cristo disse sobre Sua vinda neste capítulo. E o sítio de Jerusalém (A. D. 70) trouxe um cumprimento típico de tudo quanto Ele disse sobre Jerusalém neste capítulo. Mas o cumprimento literal daquilo que Cristo disse sobre Sua segunda vinda e o antítipo do cerco de Jerusalém ainda estão para vir. Nenhum crente na inspiração verbal pode achar na destruição de Jerusalém uma satisfação perfeita e completa da profecia deste capítulo. Sua referência final deve ser ao cerco final de Jerusalém na batalha de Armagedão (Apoc. 16:13-21; 19:11-21; Zac. 12:2-9; 14:1-7, 21-25 ), e a vinda pessoal e corporal do Senhor, como prometida em Atos 1:11.

Mas em Apoc. 6 a 19 cremos ter uma descrição muito mais extensa e pormenorizada deste período. Tomamos estes capítulos como descritivos deste período pelas duas razões seguintes:

1. COMO VIMOS NO ÚLTIMO CAPÍTULO, TEMOS NO CAPÍTULO SÉTIMO A SELAGEM DOS SERVOS DE DEUS NA TESTA E SOMENTE OS JUDEUS SÃO SELADOS

Isto mostra que todos os crentes gentios (e prévios crentes judaicos) foram arrebatados da terra e, portanto, que o rapto dos santos (que ocorrerá na primeira fase da vinda de Cristo – 1 Tess. 4:15-17) já teve logar. Então a segunda fase da vinda de Cristo está claramente retratada em Apoc. 19:11-12. Portanto, tomamos a seção mediante do livro como descrevendo o ínterim entre as duas fases da vinda de Cristo e relacionamos o capítulo seis com este período porque consideramos os cavaleiros dos quatro cavalos (6:2-8) os mesmos como os quatro anjos (7:13) cuja obra está restringida até depois da selagem dos servos de Deus.

2. ENTÃO EM APOC. 7:14 TEMOS UMA REFERÊNCIA AO PERÍODO DA GRANDE TRIBULAÇÃO COMO ESTANDO EM PROGRESSO.

Apoc. 7:14 reza: “Estes são os que saem da grande tribulação e lavaram os seus vestidos e os fizeram brancos no sangue do Cordeiro”. Estas palavras foram faladas da multidão inumerável do v. 9. O original aqui é muito enfático. Diz literalmente: “Estes são os que estão saindo de tribulação, a grande”. Não é só de tribulação em geral que se fala aqui: é uma tribulação definita e particular, a saber, a grande. O particípio presente neste verso, “estão saindo” mostra que a grande tribulação está em progresso. Assim assinamos esta seção do livro ao período da grande tribulação.

II. A DURAÇÃO DESTE PERÍODO

Nossa convicção é que este período será de sete anos em duração. Sustentamos esta convicção porque o tempo combinado de profetizar das duas testemunhas (Apoc. 11:3) e a carreira da besta (Apoc. 13:5) é, aproximadamente, de sete anos. Notai que as testemunhas devem profetizar por “mil duzentos e sessenta dias” (aproximadamente três anos e meio); então é para a besta levantar-se e matá-los (Apoc. 11:7) e continuar “quarenta e dois meses” (Apoc. 13:5). Nossa opinião é que as testemunhas principiarão a testificar logo depois do rapto e, desde que a besta deve ser destruída quando Cristo vier para julgar e guerrear (Apoc. 19:11-21; 2 Tess. 2:8), concluímos que a duração do período mediante é para se achar pelo método supra. Notar-se-á que tomará os mil, duzentos, e sessenta dias, com os quarenta e dois meses, literalmente. Fazemos isto em harmonia com a regra mencionada no nosso último capítulo. Não achamos razão para tomá-lo diferente quer nas passagens mesmas, ou no seu contexto, ou em qualquer outra passagem.

Também sustentamos ser a grande tribulação de sete anos de duração porque a consideramos como sendo a semana de setenta semanas de Daniel (Dan. 9:27).

III. OS HORRORES DESTE PERÍODO

Este período é para ser o “dia” da ira de Deus. Durante este período o Deus, a quem pertence à vingança, vingar-se-á do tratamento que este mundo dispensou ao Seu Filho e aos Seus santos. Ele vingará completamente Seus eleitos (Luc. 18:7; Apoc. 6:9,10). Ele derramará os vasos de Sua ira até as últimas fezes amargas sobre esta terra amaldiçoada de pecado e entenebrecida pelo diabo. A terra será arrancada do diabo e o seu povo dado ao povo de Deus (Mat. 5:5).

IV. SALVAR-SE-Á ALGUÉM DURANTE ESTE PERÍODO?

É isto questão muito controvertida, mas nós inhesitantemente damos uma resposta afirmativa como opinião nossa. No capítulo onze, como já vimos, temos a menção das duas testemunhas de Deus. Como já afirmamos que cremos que estas duas testemunhas profetizarão durante o ínterim entre as duas fases da vinda de Cristo, cremos que elas pregarão o Evangelho e anunciarão o reino milenial, tanto como Cristo e os apóstolos pregaram o Evangelho e anunciaram o reino espiritual (o reino de Deus) e a fase temporal do reino do céu. Não podemos pensar em nenhuma outra mensagem que Deus teria para o mundo durante este período.

E sustentamos que o cento e quarenta e quatro mil judeus de Apoc. 7 serão salvos imediatamente depois do princípio da grande tribulação.

Então, por causa do tempo presente no v. 14, consideramos a multidão em Apoc. 7:9-17 como contendo alguns que são salvos durante este período, e que, tendo sido martirizados ou doutra maneira falecidos, são imediatamente arrebatados ao céu, um tanto segundo a mesma maneira como as duas testemunhas em Apoc. 11:7-12.

Também tomamos as ovelhas no julgamento das nações (Mat. 24:31-46) como o povo que creu e foi salvo durante este período.

Pode ser perguntado como o povo será salvo durante este período. Respondemos que serão salvos exatamente do mesmo modo como todos os outros o foram. Deus nunca teve e jamais terá senão um modo de salvação. Esse um modo é pela graça através da fé. “Mas”, pode alguém dizer, “como pode alguém salvar-se depois que o Espírito Santo foi tirado do mundo?” A resposta é que serão salvos justamente como foram antes do dia de Pentecostes. Durante o período da grande tribulação o Espírito Santo terá acesso ao mundo tanto como Ele teve antes do dia de Pentecostes.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O reino do Anticristo

Vivemos em dias que muitos cristãos acreditam que o Anticristo já vive em nosso meio e outros já acreditam que não. Alguns por sua vez imaginam que o reino do Anticristo está longe.Mas o que devemos mesmo saber é, quem é o Anticristo?Qual a sua missão?Qual o seu destino? E o que acontecerá quando Jesus levar sua Igreja deste mundo?
Bom, quero saúda-lo com a Paz de Cristo.E quero dizer de inicio que o Anticristo é alguém escolhido pelo Diabo para assumir o controle do mundo tão logo a Igreja seja arrebatada.No entanto, ele já vem tentando assumir o comando do planeta, desde a aurora da história.

O Diabo, que também recebe o nome de dragão em Apocalipse, governará o mundo, através de dois personagens distintos.O primeiro, meu querido irmão, encarregar-se-á de atuar na esfera política, enquanto o segundo exercerá o seu ministério na religiosidade.Ambos aparecem no capitulo 13 do ultimo livro da palavra de Deus.

O Anticristo, além de ser chamado de dragão e chamado de besta e aparecerá como falso profeta, este ultimo realizará tantos sinais e prodígios que, rapidamente, enganará os povos da terra.Até mesmo o povo de Israel curva-se-á diante dessas maravilhas, e estabelecerá com ele uma aliança.

O povo de Israel, segundo podemos ver nesta passagem, descobrirá a tempo que aquele "personagem" nada tem a ver com o esperado Messias.E, por isso, romperá a aliança firmada com o anticristo.Quando isso acontecer, o falso profeta deixará cair à máscara e mostrará a todos a sua verdadeira identidade.

Sua missão neste mundo por sua vez será uma oposição persistente e sistemática contra o nosso Pai celestial. Por amor aos escolhidos, o Senhor controla o adversário, para que, no momento adequado, possa abatê-lo de vez. Mas, antes que isto aconteça, convém que o Diabo tenha permissão de agir livremente no mundo e, reine por um breve espaço de tempo.Como inimigo de Deus, busca satanás opor-se a tudo oque o Senhor faz.Alias, meu querido (a), este nome significa exatamente isto: adversário.E, esta oposição, hoje, às vezes, tão velada, revelar-se-á em toda a sua plenitude durante a época futura do seu reinado.Todavia, suas perversidades não durarão muito.

Uma pergunta que tenho notado que incomoda a muitos, é se haverá salvação na grande tribulação.O livro de Apocalipse responde que sim.Em um capitulo deste livro, deparamos-nos com dois grupos de salvos: o primeiro é composto pelos 144 mil judeus, oriundos de todas as tribos de Israel; o segundo é formado por uma inumerável multidão, procedente de todas as nações, tribos e línguas.

Ambos os grupos são compostos por aqueles que, embora não tenham tomado parte do arrebatamento da Igreja, converteram-se a Cristo depois, e não aceitaram o sinal da besta. Por causa de sua perseverança, muitos sofrerão; terão mesmo de selar sua fé com a própria morte.Muito esperto e sabedor disto, o Diabo, através de seus agentes, tudo fará para que essa multidão se desvie de vez de Cristo.Mas não conseguirá conforme nos mostra o evangelista João (Ap 7.13-15).

Terminado então o período da tribulação aparecerá o Senhor Jesus, juntamente com sua Igreja (oh glória!!!), para batalha contra esse reino horripilante.Como Rei dos reis e Senhor dos senhores, Cristo mostrará a todos que a soberania não pode, sequer ser questionada.

Amado (a) do pai, Jesus virá buscar o seu povo, e quem ficar neste mundo enfrentará a grande tribulação.Como estamos neste exato momento? De coração limpos e prontos para ir ao encontro do noivo ou sujos pela lama do pecado?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O Reino Milenar de Jesus Cristo

Este pequeno estudo não pretende cobrir tudo que é tratado na Palavra de Deus sobre o milênio. Visa, tão-somente, dar instrução clara e objetiva de alguns pormenores deste maravilhoso tema.



Infelizmente, os cristãos de hoje, em nossas Igrejas, sabem pouco sobre o Reino Milenar de Cristo nesta terra. Uma era futura, onde se cumprirá as promessas de Deus referente as alianças firmadas por Ele no decorrer da história bíblica.



Vamos analisar os aspectos mais essenciais da doutrina:



O Reino Milenar é o cumprimento das Alianças Divinas

O estabelecimento do reino milenar de Cristo se torna indispensável, porque somente assim, haverá o cumprimento de todas as alianças feitas por Deus com Israel. Uma aliança é um pacto, um acordo. E Deus fez vários pactos, acordos com a nação de Israel, nas quais, Ele próprio Se obrigou a cumpri-los, independente do homem obedecer a Deus ou não.



Quatro são as alianças incondicionais de Deus para com a nação de Israel:

Aliança Abraâmica (Gênesis 12.1-3) – nesta aliança Deus promete fazer de Abraão uma grande nação; esta nação teria a posse da terra; receberiam as bênçãos universais de Deus e através deles, se estenderiam a toda a nação esta mesma bênção por intermédio de Jesus Cristo.

Aliança Palestiniana (Deuteronômio 30.3-10) – uma extensão da Aliança Abraâmica, onde Deus cita mais detalhes sobre a ocupação da Terra Prometida e as bênçãos concernentes a esta ocupação. Através desta aliança a restauração final e a conversão de Israel são garantidas.

Aliança Davídica (2Samuel 7.4-17; 1Crônicas 173-15) – nesta Aliança, Deus prometeu que Israel sempre teria um rei da linhagem de Davi, portanto, o trono seria de possessão perpétua da família Davídica, descendentes da tribo de Judá, sendo que este rei reinaria sobre a nação como um todo.

Nova Aliança (Jeremias 31.27-40; Hebreus 8.7-13) – estabelece um novo coração para Israel, uma conversão genuína e autêntica. É estabelecida sobre o sacrifício vicário de Cristo e, por causa disso, garante bênção eterna para todo aquele que crê.



Nota-se que o devido cumprimento total destas alianças de Deus com Israel será plenamente estabelecido no Reino Milenar.



Três escolas principais de interpretação:

1) Pré-Milenistas: entendem a base da interpretação literal das profecias, a Vinda de Jesus Cristo precederá o Seu reinado de mil anos em companhia de Seus remidos.

2) Pós-Milenistas: acreditam que a Segunda Vinda de Jesus Cristo será precedida da vitória final do Evangelho no período do milênio.

3) Amilenistas: entendem que a descrição de Apocalipse 20 é puramente simbólica.



Para quem será o Milênio?

1) Jesus Cristo, como Rei Supremo (Zacarias 14.9);

2) Para os Salvos (1Tessalonicenses 4.16-17);

3) Para o remanescente (nações) da Grande Tribulação (Mateus 25.31-46);

4) Para os judeus sobreviventes (Deuteronômio 28.13; Isaías 60.10-15; Zacarias 8.20,23).



O Lugar do Reino: será na Terra, refletindo não somente o aspecto espiritual, mas também o terreal (Isaías 65.21; Mateus 5.25-26; Apocalipse 5.9-10).



A Capital do Reino: será Jerusalém (Salmo 48.1-3). Biblicamente, a Palestina é o centro geográfico da Terra. Será o centro de adoração para todos os povos.



A Universalidade do Reino: o reino do Messias será universal abrangendo o mundo inteiro (Ezequiel 43.1-7; Mateus 25.31; Zacarias 14.9; Salmo 72).



Israel no Reino: tendo Cristo como Seu Messias e Cabeça, Israel se tornará a nação líder do mundo, não mais a “cauda” (Deuteronômio 28.13-44; Isaías 60.10-15; Zacarias 8.20-23).



A Igreja no Reino: a posição da Igreja será de esposa ao lado do Esposo, e a Rainha ao lado do Rei. A Igreja reinará com Jesus Cristo (Apocalipse 19 e 20).



A Hierarquia no Reino

Encontraremos um sistema hierárquico sólido no reino milenar. Jesus Cristo será o Rei. Abaixo dEle estará o grande Rei Davi, como sendo o regente, o príncipe. Depois outros reinarão sob suas autoridades.



Provas de que Davi é o regente no milênio (Oséias 3.5; Ezequiel 37.24-25; 34.23-24; Isaías 55.3-4; Jeremias 30.9; 33.15-21).



Muitos são contra a idéia de que o Davi histórico reinará literalmente no milênio. Alegam que este Davi é o Senhor Jesus Cristo. A estes quero deixar três importantes versos da Palavra de Deus que demonstram que realmente é o Davi histórico, o segundo rei de Israel.

1) Ezequiel 45.22 – O príncipe nesta passagem oferece a si mesmo oferta pelo pecado. Cristo não pode oferecer sacrifício por seu próprio pecado, pois Ele nunca cometeu pecado.

2) Ezequiel 46.2 – O príncipe está comprometido em atos de adoração. O Senhor Jesus Cristo recebe adoração no milênio, mas não está envolvido com atos de adoração, ou seja, Cristo não se envolve com adoração.

3) Ezequiel 46.16 – O príncipe tem filhos e divide sua herança com eles. Isso nunca poderia acontecer com Jesus Cristo.

Portanto, para aqueles que argumentam que o príncipe citado em Ezequiel é o próprio Jesus Cristo, estas passagens se tornam um grande embaraço em suas doutrinas.



Por que devemos afirmar que realmente será o próprio Davi histórico que irá reinar?

1) Porque é muito mais coerente com a interpretação literal das Escrituras.

2) Somente Davi poderia ser regente no milênio sem violar as profecias concernentes ao reinado de Cristo.

3) Os santos ressurretos terão posições de responsabilidade no milênio como recompensa (Mateus 19.28; Lucas 19.12-27). Davi pode ser designado para assumir tal responsabilidade já que era ‘homem segundo o coração de Deus’.

4) Davi será nomeado regente sobre a Palestina e governará a terra como príncipe, ministrando sob a autoridade de Jesus Cristo, o Rei.



Note também que nobres e governadores reinarão sob Davi (Jeremias 30.21; Isaías 32.1; Ezequiel 45.8-9; Mateus 19.28). Da mesma forma, muitas outras autoridades menores também reinarão (Lucas 19.12-27). E os juízes serão novamente levantados (Zacarias 3.7; Isaías 1.26).



Propósito do Templo Milenar

Na era milenar haverá um novo templo, onde os judeus estabelecerão como centro da adoração no milênio. Este Novo Templo será diferente dos demais, já destruídos, com dimensões diferentes, móveis diferentes dos templos anteriores (Ezequiel 40 a 47).

1) Servirá para demonstrar a santidade de Deus.

2) Servirá para prover uma habitação para a glória de Deus.

3) Servirá para perpetuar o memorial do sacrifício.

4) Servirá para prover o centro do governo divino.

5) Servirá para prover a vitória sobre a maldição.



Sacrifícios serão novamente estabelecidos, no entanto, não serão meritórios, ou seja, para perdoar os pecados. Estes sacrifícios serão estabelecidos em caráter memorial. Assim como a ceia é para nós hoje uma lembrança de que Cristo morreu e ressuscitou, os sacrifícios no milênio mostrarão ou apontarão para tal fato.



A Atuação do Espírito Santo no Milênio:

O Espírito Santo será derramado sobre toda carne para habitar, encher e ensinar (Jeremias 31.33-34; Joel 2.28-32; Ezequiel 36.25-31). Notamos que a profecia de Joel será finalmente cumprida literalmente, pois apenas uma parte fora cumprida no Dia de Pentecostes.



A obra do Espírito Santo será mais abundante e terá uma manifestação muito maior na era milenar do que em qualquer outra época. Portanto a plenitude do Espírito Santo será comum nesta era (Isaías 32.15; 44.3; Ezequiel 39.29; Joel 2.28-29).



O cristão será, portanto, habitado pelo Espírito Santo da mesma forma como este é hoje (Ezequiel 36.27; 37.14; Jeremias 31.33).



Características gerais do Milênio:

1) Um reino material com duração de mil anos, tendo Jesus Cristo como Rei (Apocalipse 20.5-6);

2) Satanás será preso (Apocalipse 20.1-3);

3) Jesus Cristo reinará com cetro de ferro (Salmo 2.8-9; Apocalipse 12.5; 19.15; Gênesis 49.10; Números 24.17);

4) Vida longa (Isaías 65.19-20);

5) Real, concreto e visível (Apocalipse 20);

6) Paz universal entre os povos e as nações (Isaías 9.6; Miquéias 4.3-4; Lucas 2.13-14);

7) A terra da Palestina será aumentada (Isaías 26.15);

8) A topografia será alterada (Zacarias 14.4);

9) As chuvas cairão trazendo bênçãos (Isaías 41.18; Ezequiel 34.26; Joel 2.23);

10) As fontes e mananciais de águas serão abundantes (Ezequiel 47.1-11; Zacarias 14.8);

11) A terra produzirá abundantemente (Isaías 32.15; 35.1; Ezequiel 47.12; Amós 9.13);

12) Haverá paz e justiça em plenitude (Isaías 32.16-17);

13) Haverá paz até na criação de modo geral (Isaías 11.6-9; 65.25; Romanos 8.19-21);

14) O Evangelho será pregado em todo o mundo (Isaías 11.6-9; 14.1-2; 49.22-23; 60.14; Zacarias 8.20-23);

15) Ainda haverá pecado (Isaías 65.18-20; Lucas 19.11-27);

16) Novo Templo e sacrifícios memoriais (Isaías 56.6-7; Ezequiel 40.1 a 44.31);

17) Os salvos estarão em glória com Seu Salvador (Colossenses 3.4);

18) Trabalho. O período do milênio não será caracterizado por inatividade, mas haverá um sistema econômico perfeito, no qual as necessidades do homem serão abundantemente providas por seu trabalho nesse sistema. Haverá uma sociedade plenamente produtiva, suprindo as necessidades dos súditos do Rei (Isaías 62.8-9; 65.21-23; Jeremias 31.5; Ezequiel 48.18-19). A agricultura, bem como a manufatura proverá empregos.

19) Haverá um aumento da luz solar e lunar, isto será a causa do aumento da produtividade na terra (Isaías 4.5; 30.26; 60.19-20; Zacarias 2.5).

20) A língua será unificada, as barreiras lingüísticas serão desfeitas (Sofonias 3.9).

21) Haverá uma transformação no corpo das pessoas que tem deformidades físicas (Isaías 29.17-19; 35.3-6; 61.1-2; Miquéias 4.6-7; Sofonias 3.19).

22) As águas do Mar morto ficarão saudáveis e peixes serão encontrados ali (Ezequiel 47.8).



Como será o fim do Milênio?

1) Satanás será solto (Apocalipse 20.7);

2) Enganará multidões (Apocalipse 20.8);

3) Promoverá uma rebelião (Apocalipse 20.9);

4) Os rebeldes serão mortos queimados (Apocalipse 20.9);

5) Satanás será destruído com um assopro da boca de Cristo (2Tessalonicenses 2.8);

6) Satanás será lançado no Lago de Fogo e Enxofre (Apocalipse 20.10);

7) O último inimigo – a morte – é derrotado (Apocalipse 20.14; 1Coríntios 14.26);

8) O Reino é entregue ao Pai (1Coríntios 15.24-25,28; Apocalipse 22.1).

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O fim do mundo em 2012?


A humanidade sem Deus tem a fascinação pelo fim do mundo. Um falso profeta antigo dizia que ?1.000 chegará? de 2.000 não passarás?. E passamos, assim como muitas seitas já marcaram o fim do mundo no ano 2000 ou 2001. Desta vez marcaram para o ano 2012 o fim do mundo.

Segundo alguns cientistas (bem genérico esse termo), os planetas vão se alinhar com o centro da via láctea e um buraco negro provocará a inversão dos polos terrestres. Resultado: um cataclisma de proporções catastróficas. O alinhamento ocorrerá no final de 2012.
Segundo eles a cada 15 mil anos todas as galáxias(inclusive a nossa), dá um quinto de giro no sol central. Para entenderem melhor é como se fosse a terra desse um quinto de giro de movimento de translação em volta do nosso sol. Mas nesse caso é o universo.

E com isso os pólos magnéticos dos planetas mudam. É uma coisa natural do universo que ocore e com isso tudo que conhecemos como CDs, DVDs, em geral... Irá parar de funcionar... acabou DS, internet, computador.. O planeta irá começar praticamente denovo.. Em 2012 será o ano de mudança.


Mais o que a Bíblia diz sobre o fim do mundo?

Sobre a destruição do mundo o apostolo São Pedro afirmou que o mundo atual estar reservado para o fogo leia em (2Pedro 3:6,7).

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Para Quem Não For Arrebatado

Mateus 24.21 porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá.
22 E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.

Isso é uma orientação para quem não for arrebatado e uma a advertência a todos os cristãos a que preparem-se para o arrebatamento.

O conteúdo dessa página não tem objetivo sensacionalista. Pode parecer estranho e talvez até impróprio, mas não será para os que não forem arrebatados. Pois serão sete anos vivendo fora da sociedade, correndo risco de vida e se sobreviverem verão a vinda gloriosa de Cristo para reinar por mil anos.

Não podemos dizer quem vai ou quem fica e nem quando vai ocorrer. Sabemos, porém, que os fiéis vão. Nós temos que estar preparados a todo instante, pois será como um piscar de olhos.

Obs: não pense que só porque alguém não foi arrebatado já está condenado. Não é bem assim. Essa pessoa não estava preparada, mas não deixou de ser um escolhido de Deus, pois por causa dos escolhidos Deus abreviará os dias da tribulação. Contudo sua fé será provada até o sangue. Sê fiel até a morte e receberá a coroa da vida...

Como saberei que houve o arrebatamento?

Para os cristãos isso não passará desapercebido. Será um evento de livramento da grande tribulação que durará 7 anos. O Espírito Santo acompanhará a igreja, pois Jesus disse que o Consolador estaria para sempre com a igreja. Haverá um esfriamento espiritual muito grande, por conta da ausência do Consolador. O mau reinará absoluto. O mundo viverá como na época antes do advento do Consolador. Os que ficarem serão perseguidos como bandidos, não haverá liberdade para cultuar, mas só morte. Nessa época quem morrer por Jesus será salvo e quem resistir até o fim viverá para desfrutar do reinado de mil anos que Jesus Cristo exercerá na face da terra, ou seja, após 7 anos do governo do mau o bem reinará.

O que fazer agora que já houve o arrebatamento?

Venda tudo o que pode vender. Compre toda comida não perecível que puder; faça depósito subterrâneo num lugar distante, de preferência vá para o interior, para guardá-la, pois após estes dias só quem tiver pacto com o anticristo será tratado como cidadão. Funcionários das forças serão os primeiros a serem submetidos a identificação mundial (marca da besta), uma vez que eles são a força nas mãos dos governantes. Quem faz parte delas e realmente constatar que houve o arrebatamento tente sair legalmente, para não ser perseguido pela lei logo de início da grande tribulação.

Não confie em ninguém que tenha a identificação Mateus 24.10 Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão. (marca da besta Apocalipse 13:16 E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte,) Pois todos estão achando que fazem um favor à ordem pública ao denunciá-lo por não possuir a identificação. Seus "amigos" poderão lhe trair.

Seja firme e corajoso. Não negue sua fé Mateus 24.13 Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. Quem confessar a Jesus perante os homens Ele também o confessará diante de Deus: Mateus 10:32 Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus.

Não negue a Jesus por nada: Mateus 10:33 Mas qualquer que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus.

Procure um abrigo longe dos grandes centros e fique lá. Não conte a ninguém onde você está.

A SITUAÇÃO VAI PIORAR!

Após o período de fartura e falsa tranqüilidade impetrada pelo governo do anticristo (os primeiros três anos e meio) virá o pior: serão os dias mais terríveis da história humana. Por causa desses dias até Deus fará com que eles passem rapidamente, pois se não for assim, ninguém se salvará.

Mateus 24

21 porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá.
22 E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.

Quem corre o risco de ficar?

Todos os cristãos nominais, que não se firmam na verdade, que mentem, roubam, que não oram e nem vigiam sua conduta, que não trabalham, que perderam a fé e a esperança, todos os que usam de esperteza e fazem uso das igrejas como plataformas para suas realizações pessoais de auto-engrandecimento.

Quem vai ser arrebatado?

Todos os que se houverem dignos de serem poupados da Grande Tribulação. Todos os que não esperam o arrebatamento em simplicidade de vida e comunhão. Que andam conforme os ensinos de Jesus vivendo a liberdade responsável dada pela graça de Deus. Perdoando, confessando, pedindo perdão e prosseguindo até o o fim em fidelidade a Deus. Cristão autêntico perdoa; ajuda os necessitados; visita os doentes nos hospitais; visitam presos; cuidam das crianças; não busca bens materiais frutos de corrupção; não se envolvem na corrupção do mundo, onde fazer o certo está errado; não se envergonha de Cristo. Faz todas as coisas com amor, nunca por obrigação ou por ser forçado a fazer.

E as demais religiões?

Estes poderão clamar por socorro aos seus ídolos e imagens aos quais sempre serviram. Clamar aos filósofos fundadores de suas religiões. Clamar aos seus conhecimentos e buscar uma saída. Quem sabe eles os ouçam e os livre das mãos do Deus vivo!? Hebreus 10:31 Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.

Porém quando o Deus vivo, Criador de todas as coisas enviar o juízo sobre a impiedade dos orgulhosos não haverá ninguém quem os possa livrar das mãos de Deus.

O amor de Deus é para todos! A Sua ira está reservada para os que rejeitarem todas as ofertas de arrependimento dadas por Deus, que sabendo que o homem não poderia se salvar por si só, fez-se um de nós e morreu por amor a nós. Na sua morte há liberdade para todos os que crerem, na sua ressurreição há certeza de vitória e na sua volta haverá o início de uma nova vida, vida eterna, como filhos de Deus. Não é possível rejeitar uma oferta tão maravilhosa como a que Jesus nos dá: Vida eterna num lugar onde não há dor, morte choro, tristeza, angustia, lamento, pecados, mas que só há paz, alegria e o envolver do amor de Deus. E as condições são estas: arrependermos dos nossos pecados, pedir perdão e ser perdoado, viver em justiça verdadeira e humildade, confiar em Jesus sabendo que nada poderá te tirar das mão Dele, pois ele já pagou o preço do nosso resgate na cruz.

2º Pedro 3:9 O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se.

Peça a Deus para abrir seu coração e fazer com que essas palavras fiquem claras.

Não desanime! Jesus é nosso Salvador. Não seremos derrotados ainda que nos matem, pois a morte não nos pode destruir.

João 11:25 Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá;

Já houve caso de cristãos acharem que a vida nos céus será monótona. Pois os que assim pensam tente entender isso: não pode uma lagarta imaginar a vida de uma borboleta; uma lagarta vive do alimento pobre das folhas, não sabe o sabor das flores; uma lagarta rasteja as vezes de aparência tétrica, não pode imaginar o voar livre e a beleza da borboleta; uma lagarta não tem a liberdade da borboleta. Assim também nós não podemos imaginar como será viver livre desse corpo de maldição na nova terra que Jesus prometeu.

Fonte: Elizeu Moraes
A todos os amados de Deus.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O Que é Escatologia????

Agora trataremos neste link assuntos relacionados a Escatologia.

Etimologia da Palavra:
O termo Escatologia tem origem em duas palavras gregas(éschatos = ‘último’ e logos = ‘estudo’).
Portanto, teologicamente a tradução da palavra ‘escato’ seria algo como:
  • ‘O Estudo das Últimas Coisas’‘
  • O Estudo dos Últimos Acontecimentos’
  • E ‘bíblica’ porque são acontecimentos preditos na Bíblia Sagrada

Não perca nenhuma matéria, aproveite e tire todas as suas dúvidas

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Data nascimento de Jesus

A DATA DO NASCIMENTO
DE JESUS
Obs: No final do estudo estão os textos Bíblicos relevantes e um estudo no calendário judaico.
Muito embora, durante muito tempo, as afirmações da Igreja Romana tenham sido colocadas de tal forma que ninguém as poderia questionar, o fato é que sempre houve quem as questionasse, em locais e/ou períodos onde a censura da Igreja era menor.
Uma das afirmações mais questionadas sempre foi a data escolhida para comemorar o nascimento de Jesus, fato é que até os dias de hoje Igrejas das linhas ortodoxas e orientais comemoram o nascimento de Jesus em outra data.
A escolha do dia 25 de Dezembro tem tido muitas explicações, algumas baseadas em costumes e datas comemorativas dos romanos, e outras dos mais variados tipos.
Para os que se propõe a ser estudiosos daBíbliaa dúvida quanto essa data é um fato constrangedor, pois a Bíblia dá elementos suficientes para que possamos saber a data próxima do nascimento de Jesus, que como veremos nunca poderia ter sido no final de dezembro, e se partimos do principio de que o que ocorre no velho concerto é uma figura do que iria acontecer no novo concerto, podemos chegar a datas muito exatas as quais nos podem deixar muito surpresos.
Devemos levar em conta que:
1 -Seguramente determinar a data do nascimento de Jesus é irrelevante, pois se a Bíblia não informa é porque não haveria necessidade disso.
2 -Podemos até comemorar o nascimento de Jesus em qualquer dia, mas sempre lembrando que tal dia nunca foi um dia santificado por Deus.
3 -Outro fato interessante é que a Bíblia sempre refere a época em que alguém foi concebido, e nunca a data do nascimento.
PONTO DE PARTIDA PARA O ESTUDO
1 - A ESCALA SACERDOTAL
2 - O SACERDOTE ZACARIAS (ORDEM DE ABIAS)
3 - A CONCEPÇÃO DE JOÃO BATISTA.

LEIAMOS INICIALMENTE OS TEXTOS:
Lucas 1:5 ; 1:8; 1:23; 1:24;
I Crônicas 24:1-4 .
I crônicas 9:25 .
II Crônicas 23:8
II Crônicas: 24: 7-19

A Palavra de Deus nos informa claramente em que ocasião Zacarias (da ordem de ABIAS) estava no Templo e nos informa que João Batista foi concebido logo em seguida.
A Bíblia nos ensina que havia uma escala para os sacerdotes, e como essa escala deveria ser cumprida. Encontramos essa escala e seu funcionamento nos livros das Crônicas.
Note-se que havia também serviços fora da escala os quais ocorriam nas grandes festas (Deuteronômio 16:16).
Durante as grandes festas todos os oficiais do templo estavam em serviço em razão do grande afluxo de gente.
Eram elas :
1- A Páscoa – 3a semana do ano;
2- Pentecostes 9a semana do ano.
3- Cabanas no mês de Tishri (15 do mês).
DENTRO DO CALENDÁRIO JUDEU TEMOS QUE:
O Calendário religioso Judeu começa na primavera no mês de Nissan, e a 1a escala pertencia à família de Jehoarib, a qual deveria servir por sete dias.
A segunda semana estaria sob a responsabilidade da família de Jedaiah.
A terceira semana é a festa dos pães asmos, e todos os oficiais estariam presentes ao serviço.
A quarta semana seria da 3a familia, Harim
A quinta semana seria da 4a família, Seorim
A sexta semana seria da 5a família, Malchijah
A sétima semana seria da 6a família, Mijamim
A oitava semana seria da 7a família, Hakkos
A NONA SEMANA É A FESTA DO PENTECOSTES.
A décima semana era da 8a família, ABIAS ( ABIAH),
Na época do nascimento de Jesus o sacerdote dessa ordem era Zacarias.
Dessa forma os escalados se sucediam obedecendo à norma estabelecida, em um ano cada família era responsável por duas escalas.
Este estudo assumirá que a escala de Zacarias se deu na 10a semana (1a escala da ordem de Abias).
Se fizermos este mesmo estudo partindo da segunda escala, veremos que da mesma forma o nascimento de Jesus não seria em dezembro e deveria ter ocorrido em Março.
Seguramente é possível opor questionamentos a detalhes deste estudo, porém com base bíblica nenhum estudo levara a dezembro como quer a Igreja Romana.

A CONCEPÇÃO DE JOÃO BATISTA
Nosso estudo usara os anos 6; 5 e 4 a.C. para análise, por serem historicamente os mais viáveis, mas qualquer que seja o ano usado nesse entorno mostrara que o nascimento de Jesus não poderia ter sido em 25 de Dezembro.
A escolha desse ano parte do fato conhecido historicamente de que Herodes morreu no ano 4 aC e que a Bíblia claramente informa os fatos que ocorreram enquanto Herodes estava vivo.
No ano - 6, (3755) o período de trabalho de Zacarias no templo (1a escala da ordem de Abiah) começaria no décimo sábado do ano ou seja o primeiro sábado do terceiro mês, SIVAN (Maio-Junho) e iria até a sexta feira seguinte (inclusive).
Tendo completado o seu serviço ao terminar o sexto dia Zacarias passou o serviço para o sacerdote da ordem seguinte que iniciaria a partir do 2o sábado de sivan.
A Bíblia diz que Zacarias voltou para sua casa e então sua mulher concebeu o filho que viria a se chamar João (Batista). (Lucas 1:24).
Logo concluímos que João deve ter sido concebido logo após o segundo sábado do mês de Sivan.
ESSE É O PONTO DE PARTIDA PARA O NOSSO ESTUDO.

A CONCEPÇÃO DE JESUS
O Texto de Lucas nos informa que Maria concebeu no sexto mês da gravidez de Isabel. Lucas 1: 26-27.
Não podemos esquecer que:
1 - O calendário judaico é lunar,
2 - O período de gestação humana é de 280 dias,
Na posse de um calendário judaico (no final do estudo temos um com esse período) é fácil contar 177 dias (seis meses lunares de 29,5 dias) a partir da concepção de João Batista (no mês de Sivan) para chegarmos a concepção de Jesus no final do mês de Kislev (nov./dez).
É interessante notar que Jesus teria sido concebido no Inverno, na festa das luzes. JESUS A LUZ DO MUNDO, foi concebido na festa das luzes, seria mera coincidência?
O NASCIMENTO DE JOÃO BATISTA
Contando-se 280 dias a partir do terceiro sábado de Sivan, chegamos ao nascimento de João Batista, que nasce no mês de Nissan durante os festejos da páscoa.
É importante notar que os Judeus esperam o retorno de ELIAS por ocasião da páscoa, e até costumam deixar uma cadeira vazia a mesa para receber Elias.
Jesus nos disse que João Batista era o Elias esperado, e Elias (João Batista) nasceu na data que todos esperavam – a páscoa.
Malaquias 4:5 “Eu mandarei o profeta Elias antes da vinda do grande dia do Senhor.”
Veja-se Mateus 17:10 –13.
O NASCIMENTO DE JESUS
Jesus foi concebido seis meses depois de João Batista.
A data do nascimento de João Batista pode ser bem estabelecida em torno de 15 de Nissan
Acrescentando-se seis meses ao nascimento de João chegamos ao Nascimento de Jesus no mês de Tishri (set-out) ou ainda contando-se 280 dias a partir da concepção de Jesus chegaremos na mesma data.
E o que é que temos de especial nesse período do mês de Tishri?
Temos ai A FESTA DAS CABANAS E O DIA DO PERDÃO (Purificação do Santuário).
Tudo leva a crer que JESUS, que veio trazer o perdão dos Pecados tenha nascido então no DIA DO PERDÃO!
ARGUMENTO ACESSÓRIO – OS PASTORES
A Bíblia nos informa que os pastores estavam no campo, Lucas 2:8.
Sabemos que o mês de dezembro e mais particularmente o dia 25 de dezembro é o solstício de inverno naquela região , ou seja é a noite mais longa do ano, e a mais fria.
Logo em 25 de dezembro nunca haveria pastores no campo, e nunca poderia ser o nascimento de Jesus.
Anexo vai o calendário Judaico de dois anos anteriores a morte de Herodes em 4 aC.
Uma analise das datas nos permitira ficar mais convictos das conclusões deste estudo.

CONCLUSÕES FINAIS

Seguramente Jesus não Nasceu no dia 25 de Dezembro.
O mês mais provável é o mês de Tishri e o dia poderia ser o dia 10 de Tishri
No nosso calendário a época seria no mês de Setembro/outubro, ou ainda antes se ocorresse um Ano de treze meses (Adar 2).

IMPORTANTE :- você pode consultar o calendário perpetuo judaico no endereço :
http://www.uwm.edu/cgi-bin/corre/calendar

ANO NOVO O DIA DO PERDÃO, A FESTA DAS CABANAS E O
NASCIMENTO DE JESUS.
TENDO SIDO ESTE O ANO COMO O ESTUDO NOS LEVA A CONCLUIR,
QUE JESUS TERIA NASCIDO POUCO ANTES OU EM TORNO DO
DIA DO PERDÃO - 10 DE TISHRI.
Alguns textos Bíblicos são fundamentais para que
possamos entender os fatos:
Lucas 1:5 “Existiu no tempo de Herodes Rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de ABIAS”..
Lucas 1:8 “e aconteceu que exercendo ele o sacerdócio diante de Deus na ordem de sua escala...”
Lucas 1:23 “E aconteceu que terminados os dias do seu ministério voltou para casa”
Lucas 1:24 “E depois daqueles dias, Isabel sua mulher, concebeu, e por cinco meses se ocultou,”
Lucas 1: 26-27 “E no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da Virgem era Maria. ”
João 10:22 “ Celebrava-se a festa da dedicação e era inverno “
I Crônicas 28:13 “também para as turmas dos sacerdotes e dos levitas, para toda a obra o serviço da casa do Senhor e para todos os vasos do serviço da casa do Senhor,”
I Crônicas 24: 1-19
1 As turmas dos filhos de Arão foram estas: os filhos de Arão: Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
2 Mas Nadabe e Abiú morreram antes de seu pai, e não tiveram filhos; por isso Eleazar e Itamar exerciam o sacerdócio.
3 E Davi, juntamente com Zadoque, dos filhos de Eleazar, e com Aimeleque, dos filhos de Itamar, os distribuiu segundo os deveres do seu serviço.
4 E acharam-se mais chefes dentre os filhos de Eleazar do que dentre os filhos de Itamar; e assim foram distribuídos: dos filhos de Eleazar, chefes das casas paternas, dezesseis; e dos filhos de Itamar, segundo as suas casas paternas, oito.
5 Assim foram distribuídos por sortes, tanto uns como os outros; porque havia príncipes do santuário e príncipes de Deus, tanto dentre os filhos de Eleazar, como dentre os filhos de Itamar.
6 E os registrou Semaías, filho de Netanel, o escrivão dentre os levitas, diante do rei, dos príncipes, de Zadoque, o sacerdote, de Aimeleque, filho de Abiatar, e dos chefes das casas paternas entre os sacerdotes e entre os levitas, tomando-se uma casa paterna para Eleazar, e outra para Itamar.
7 Assim a primeira sorte saiu a Jeoiaribe, a segunda a Jedaías,
8 a terceira a Harim, a quarta a Seorim,
9 a quinta a Malquias, a sexta a Miamim,
10 a sétima a Hacoz, a oitava a Abias,
11 a nona a Jesuá, a décima a Secanias,
12 a undécima a Eliasibe, a duodécima a Jaquim,
13 a décima terceira a Hupá, a décima quarta a Jesebeabe,
14 a décima quinta a Bilga, a décima sexta a Imer,
15 a décima sétima a Hezir, a décima oitava a Hapizes,
16 a décima nona a Petaías, a vigésima a Jeezquel,
17 a vigésima primeira a Jaquim, a vigésima segunda a Gamul,
18 a vigésima terceira a Delaías, a vigésima quarta a Maazias.
19 Esta foi a distribuição deles no seu serviço, para entrarem na casa do Senhor, segundo lhes fora ordenado por Arão, seu pai, como o Senhor Deus de Israel lhe tinha mandado.
II Crônicas 23:6-8 “ Não entre, porém, ninguém na casa da Senhor, senão os sacerdotes e os levitas que ministram; estes entrarão, porque são santos; mas todo o povo guardará a ordenança do Senhor.
7 E os levitas cercarão o rei de todos os lados, cada um com as suas armas na mão; e qualquer que entrar na casa seja morto; mas acompanhai vós o rei, quando entrar e quando sair.
8 Fizeram, pois, os levitas e todo o Judá conforme tudo o que ordenara e sacerdote Jeoiada; e tomou cada um os seus homens, tanto os que haviam de entrar no sábado como os que haviam de sair, pois o sacerdote Jeoiada não despediu as turmas.”
I Crônicas 9:25 “Seus irmãos, que moravam nas suas aldeias, deviam de tempo em tempo vir por sete dias para servirem com eles.”

Deuteronomio 16:16 “ Três vezes no ano todos os teus homens aparecerão perante o Senhor teu Deus, no lugar que ele escolher: na festa dos pães ázimos, na festa das semanas, e na festa dos tabernáculos. Não aparecerão vazios perante o Senhor;”

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Seleção brasileira de futebol e a polêmica oração dos jogadores na Copa das Confederações


O post que escrevi abaixo sobre o constrangimento que o ato de fé dos jogadores da seleção brasileira causou em alguns classes, e espalhei nos agregadores de notícias da Internet, está rendendo comentários interessantes - renderá outros, certamente. Abaixo, alguns deles:

"Constrangimento é o discurso teórico da BBC dizer que na Grã-Bretanha o povo está acostumado a viver com pessoas de diferentes religiões, mas na prática os ingleses assassinaram o brasileiro Jean Charles simplesmente porque pensaram que era muçulmano. Constrangimento foi o Dunga,com a camisa da seleção,falar um monte de palavrões quando ergueu o caneco do tetracampeonato estando ao lado do vice-presidente dos EUA e transmitido pela mídia.

Aquilo constrangeu todas pessoas de bem, independentemente da religião.Constrangimento é um jogador xingar a mãe do outro; fazer comentários racistas com relação a cor do adversário; cometer faltas que vão além da violência esportiva e ingressam nas raias da lesão corporal e dos tribunais.

Constrangimento é a FIFA e a imprensa fazerem comentários como os que estão na matéria e acharem errado os jogadores se expressarem livremente. Cadê a liberdade de expressão?Constrangimento é ver a violência dentro e fora do campo de futebol e a coisa ficar sempre do mesmo jeito.Por que os ingleses não se incomodam com os hooligans? Constrangimento é ver a corrupção rolando solta nos estádios sem que uma atitude eficaz e efetiva seja tomada de uma vez por todas.

Constrangimento é a FIFA e a mídia “endeusarem” certos jogadores, induzindo a população para adorá-los. Constrangimento é ver o técnico/jogadores da seleção brasileira fazerem gestos obscenos para o árbitro e jogadores adversários.Por outro lado, a oração não constrangeu,apenas enobreceu.

"Comentário do Oscar Júnior, aqui no Divã do Masini da Abril.


"Marcão, o buraco é mais embaixo. Aqui no Brasil de maioria católica a gente não enxerga o problema tão gravemente, Jesus também é cultuado pelos evangélicos e a tolerância religiosa no Brasil permite até candomblé nos estádios. Só que na Europa existe a questão dos católicos X protestantes X muçulmanos. Quando alguns jogadores comemoram um gol fazendo alusão ao jeito de rezar dos muçulmanos, quase houve uma briga em campo.

A FIFA quer evitar que o futebol vire um palco de disputas religiosas. O jogador brasileiro tem que entender que quando ele veste a camisa da seleção, o mundo está vendo e tudo que ele fizer pode ser interpretado de forma errada.

"Comentário do Amalio Damas, no Divã do Masini do site Nossa Noite.

"Absurdo. Na copa de 1994, no 1o. gol da Nigéria o atleta fez uma prece agarrado as redes. Foi uma das cenas mais emocionantes daquele torneio. Ele era mulçumano. Se atletas do time brasileiro resolveram rezar ou orar, e se nenhum atleta foi obrigado a se ajoelhar às chibatadas, não é assunto de ninguém além dos próprios protagonistas. Nem do Brasil, nem da CBF nem da FIFA. Sejam cristãos, mulçumanos, umbandista ou wiccas. É assunto de cada um. Só falta agora proibirem os palavrões do Luxemburgo - e todos os outros treinadores - a beira do campo. Essa onda de politicamente correto já passou da hora de finar-se.

"Comentário do José Sidney no agregador de notícias Dihitt.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Curiosidade : Erros na Bíblia

A Bíblia está CHEIA de erros:

• primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
• segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
• e assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos...
porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.

A Bíblia está CHEIA de contradições:

• Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
• Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
• Ela contradiz o meu pecado e o seu.

A Bíblia está CHEIA de falhas:

• porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes ;
• assim foi com a falha de Adão;
• com a falha de Caim;
• e a de Moisés;
• bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.
• Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.

Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia:

• para pessoas que querem jogar com as palavras;
• para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
• para o homem que não acredita porque não quer.

O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia:

• pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da história, por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;
• intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;
• bem conhecidos pseudo-cientistas posando de críticos honestos;
• convicção secreta de que este Livro está certo e de que os homens estão errados.

Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que:

• os ensinamentos Bíblicos são passados e irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
• a Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis;
• Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.

A Bíblia é , afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO:

• para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;
• para aqueles que tem medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;
• para aqueles que não querem examiná-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são.


E você não pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz:

• a menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o AUTOR(Deus).

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Por que Jesus teve que morrer?


Folheto evangelístico sobre o sacrifício de Jesus.

A Bíblia diz:
“Porque todos pecaram e destituídos estãoda glória de Deus”
(Rm. 3:23)

“...sem derramamento de sangue não há remissão de pecados”
(Heb. 9:22).

No tempo da Lei de Moisés, toda vez que alguém pecava, tinha que derramar o sangue de um animal inocente e oferecer o sacrifício desse animal a Deus, para que o pecado dessa pessoa fosse remido, isto é, fosse perdoado por Deus. O animal sacrificado, tinha que ser totalmente perfeito,sem nenhuma mancha, sem nenhum defeito.Para simplificar as coisas para o homem; para acabar com a matança de animais; para que houvesse condição igual para todos os homens se salvarem, Deus enviou seu Filho ao mundo, para se oferecer como sacrifício perfeito, em substituição a todos os sacrifícios que teriam que ser feitos. Jesus Cristo. O Filho de Deus. O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

O Santo.

O Justo.

O Imaculado.

Jesus Cristo se ofereceu em sacrifício perfeito, “para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(João 3:16).Basta que você creia nisso e aceite Jesus como Salvador da sua vida, para ser perdoado e ter a vida eterna.


Aceite Jesus agora.
Você não sabe se terá outra chance de fazer isso.
Amanhã pode ser muito tarde.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Funai espionou missionários na ditadura

RUBENS VALENTE
enviado especial da Folha a Brasília

Guardadas por mais de 30 anos numa sala da Funai (Fundação Nacional do Índio) em Brasília, 92 caixas com documentos confidenciais produzidos por um braço do SNI (Serviço Nacional de Informações) no órgão foram finalmente liberadas a pesquisadores em meados de janeiro.
Os papéis demonstram a espionagem feita pelos órgãos de segurança sobre o grupo de padres e bispos que, em abril de 1972, sob o governo do general Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), fundou o Cimi (Conselho Indigenista Missionário), ligado à Igreja Católica.
As centenas de telegramas, ofícios, relatórios de missão, análises e bilhetes manuscritos foram produzidas ou recebidas pela ASI (Assessoria de Segurança e Informações), que por duas décadas funcionou na Funai. A coordenação regional do Arquivo Nacional em Brasília, ligado à Casa Civil, recolheu os papéis em 2008.

O SNI montou uma extensa rede de espionagem na máquina estatal. Cada ministério contava com uma divisão de segurança e informações, enquanto fundações, autarquias, universidades e estatais tinham uma ASI. As unidades se relacionavam com a chefia central do SNI. O Arquivo Nacional já contou pelo menos 248 órgãos diferentes vinculados ao SNI. A Funai era um deles.

"Dossiê"

A partir de 1974, com o general Ernesto Geisel (1974-1979) na Presidência, a entrada e a atividade de missionários nas áreas indígenas foram monitoradas por uma rede de informações que começava no alto escalão da Funai, passava por delegados regionais dos órgãos e por capitães de postos indígenas e chegava aos índios, coagidos e interrogados sobre a presença dos padres, como indicam vários dos telegramas. Todos os documentos eram enviados à chefia da ASI em Brasília.

O "dossiê Cimi" compreende cerca de 2.000 páginas, incluindo cadernos de formação e textos produzidos pelo Cimi e que eram apreendidos pelos espiões tão logo distribuídos entre os índios.
Os militares acreditavam que o Cimi pregava o comunismo nas aldeias e queria "subverter" o controle do órgão sobre os índios. Os informes --alguns intitulados "atuação da esquerda clerical" ou "infiltração comunista e atuação de grupos religiosos"-- serviram de base a inúmeras medidas da presidência da Funai contrárias aos missionários.
Na Funai, a figura relevante do período foi o controvertido general de Exército Ismarth de Araújo Oliveira, que presidiu a Funai entre 1974 e 1979 --o mais longevo da história do órgão. Hoje descrito por parte de antropólogos e indigenistas como defensor das causas indígenas, Ismarth aparece em telegramas e bilhetes ordenando vigilância, proibindo o acesso a terras indígenas e determinando medidas contra os padres.
Em 1978, Ismarth enviou carta confidencial ao general-de-brigada Francisco Batista Torres de Melo, comandante da Brigada Mista de Corumbá (MS), então responsável por uma extensa faixa territorial que ia de Goiás ao sul de Mato Grosso e na qual viviam populosas etnias indígenas acossadas por posseiros e colonos.

"A Funai está seriamente preocupada com o recrudescimento da atuação da ala esquerdista da igreja nas áreas indígenas de Mato Grosso, em particular nas que estão sob o controle das missões salesianas",

escreveu Ismarth.

Citando os bispos Pedro Casaldáliga e Tomás Balduíno, cofundadores do Cimi, Ismarth escreveu que a intenção "dessa ala esquerdista da igreja [é] usar o índio como instrumento, criando agitação em áreas que estão tranquilas".
Ismarth sugeriu que fosse feita a "infiltração de um elemento da Brigada na área da Missão Salesiana de São Marcos [MT]. Para não despertar suspeitas, o mesmo portaria uma carteira funcional de servidor da Funai".
Dias depois, o general respondeu que concordava com a infiltração e encomendou a missão secreta a uma seção do Exército em Aragarças (GO).
Localizado pela Folha em Fortaleza (CE), o general-de-divisão reformado Torres de Melo, 84, disse não se lembrar desses papéis. "Eu me dava bem com a igreja. Não me lembro de nenhum problema na época." Entre 1974 e 1977, Melo comandou a Polícia Militar de São Paulo, na gestão do secretário de Segurança Pública Erasmo Dias.
Às vezes o general Ismarth usava seu poder de veto em simples retaliação às críticas públicas feitas pelos missionários contra o governo. Num bilhete de 1976, por exemplo, o general despachou no canto de um pedido de entrada de um padre a uma aldeia do Amazonas: "As críticas que o Cimi, por intermédio do padre Egydio [Schwade], vem fazendo ao governo e à Funai não permitem que o pedido seja atendido".
Em outro bilhete, respondeu a um funcionário que queria saber se a Funai fora chamada para uma reunião com o Cimi: "A Funai não foi comunicada e mesmo que tivesse [sido], não participaria de reunião do Cimi, face as características de que as mesmas se revestem de ataques ao governo".

Vigilância

Ismarth era sempre informado pela ASI sobre as ações do Cimi. Em resposta, disparava telegramas. Em março de 1978, orientou: "Esta presidência tomou conhecimento de que o padre [do Cimi] Dionísio Egon Heck dirigiu-se a esse Estado a fim de manter contatos com índios dessa região, seja para agitá-los, seja para participação [informá-los] sobre problemas no sul do país. Determinar a todos os PIs [postos indígenas] estreita vigilância, impedindo ingresso do mesmo a qualquer área. Em caso de recalcitrância, acionar autoridades".

As perseguições da Funai se estendiam aos índios que aceitavam conversar com os missionários. Em 1976, ao ser informado de que a cúpula do Cimi estava reunida em Rio Branco (AC), Ismarth datilografou carta confidencial ao chefe da ASI. "A reunião está tendo caráter sigiloso e, apesar da vigilância da Funai, o Cimi conseguiu arrebanhar dois índios do rio Purus (...). Os órgãos de segurança: Polícia Federal, SNI e do próprio Estado estão atentos. (....) Ao término da reunião, será tentado deter os índios e conseguir que os mesmos informem os assuntos tratados e a orientação dada pelo Cimi."

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O clamor das almas

Irmão! Você pode ouvir os corações batendo? Não? Tente ouvir!
Pare e ouça
(tum... tum... tum... tum...).


Esta ouvindo irmão?
Irmão! Você pode ouvir os corações batendo? Não?
Tente ouvir! Pare e ouça (tum... tum... tum... tum...).
Você deve estar pensando o que eu quero dizer com isto, mas em poucos minutos você saberá.
Ei irmão, você sabe contar? Sim, eu sei que sabe, então vamos lá, conte até um, sim até Um.
Um... (70), Um... (80), Um... (90),..., Podem até ser centenas ou chegar a milhares.
Você já entendeu o que eu quero te dizer? Não!
Você continua sem saber o que eu quero dizer?
Então ouça, são corações batendo, tum...Tum..., Almas clamando, você não ouve?
Epa! Alguns estão pulsando mais devagar...Tum... Estão quase parando... Um (70), Um (80).
Não, não pode ser, eles pararam. Você não ouve, você não vê. Vamos, levente-se, faça algo, você não ouve o clamor das almas.
Esses corações eram de almas que possivelmente caíram num abismo sem volta, na perdição eterna. São almas que nem chances tiveram de conhecer o Salvador, Jesus.
Há lugares em que pessoas nunca ouviram o nome de Jesus, se você lhes perguntar se conhecem Jesus, poderão até lhe fazer outra pergunta como esta: É uma nova marca de refrigerante?
A fé vem pelo ouvir, e ouvir pela palavra de
Deus (Romanos 10; 17).
Mas para que eles ouçam é necessário que alguém lhes fale (Romanos 10; 14-15).
Você deve estar se perguntando, Deus chamou-nos para que preguemos a outros povos? Sim!
Deus quer para si pessoas de todas as tribos, povos, nações e línguas (
Apocalipse 7;9 )
Irmão... Não estou dizendo para que você vá, pois não sou eu quem chama e sim Deus. Se você não tem este chamado, sei que Deus quer te usar de outra forma.
Você não pode fazer de conta que nada esta acontecendo, tem que tomar uma atitude.
Existem três tipos de atitudes que você pode tomar diante dos fatos, fugir ou ficar olhando como se isto não fosse da sua conta. Essas são duas atitudes de covardes, Ou de quem não ama as almas, nem Jesus e nem a si próprio. Mas, há uma terceira atitude, e essa é a de um corajoso, alguém que ama a si próprio, a Jesus e as almas, você pode simplesmente fazer algo.
Mas, fazer o que?
Você pode contribuir, investir em missões... Sim investir, isso renderá almas, ou, orar, sim, a oração abre portas.
Assim não ficaremos mais tristes ao contar até um e ver que a cada segundo mais de 70 almas vão para o inferno sem conhecer a Jesus.

Ore e invista em missões.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Envolvido ou Comprometido?


Só há 3 coisas que uma pessoa pode fazer: Fugir, Ficar olhando ou Fazer algo.

O General norte Americano Norman, que atuou na guerra do Golfo, explicou a diferença entre os dois principais ingredientes do típico café da manhã americano: O Bacon e os Ovos, A Galinha deu os Ovos e Envolveu-se, mas o Porco se Comprometeu, pois deu o Bacon; Uma Estória ainda diz, que certa vez, a Galinha resolveu dar uma Festa, e chamou o Porco, o Porco então disse a Galinha:

- Você Tudo bem! Sempre pode estar contribuindo, pois vai se Envolver, agora eu estou me comprometendo de uma vez por todas com a minha vida!
Neemias 4:19b diz:

“A Obra é grande e extensa, e nós estamos separados uns dos outros ao longo do muro”.

Você já parou para pensar que:

· Há 24.000 Povos no Mundo dos quais 8.000 precisam ser alcançados.· 85.000 pessoas morrem diariamente sem o conhecimento de Cristo.·

Há 7.148 Línguas no mundo e 4.125 delas não tem nenhuma parte da Bíblia Traduzida.O Que temos como igreja Brasileira:


· Somos a terceira maior do mundo, mas precisamos de 100.000 Crentes para sustentar um missionário na janela 10-40.


· Somos aproximadamente 35 milhões de evangélicos e temos enviado apenas 400 missionários para os não-alcançados.


· O Numero de missionários que temos enviado constitui apenas 0,001% de nossos cristãos.
Eis ai à distância entre o que precisa ser feito e o que nós temos para dar.
No Brasil temos aproximadamente 170.000 templos evangélicos: o que aconteceria se cada igreja enviasse e sustentasse apenas Um missionário?
Investimos anualmente apenas 1,30 R$ por pessoa para missão transcultural; Onde as igrejas têm gastado o seu dinheiro?


- 95% em atividades domésticas.- 4,5% em missões no Brasil.- 0,5% aos Povos não alcançados.
Nós como liderança, teríamos que seguir o exemplo de Oswald Smit, famoso escritor e Pastor da igreja dos povos em Toronto, com mais de 800 missionários enviados, a igreja dos povos em Toronto já chegou a investir mais de 75% de suas entradas em missões.


E você, Aonde vai entrar nessa História, como o que se envolve ou como o que ira se comprometer?


Só há 3 coisas que uma pessoa pode fazer: Fugir, Ficar olhando ou Fazer algo.
Faça algo, se envolva contribuindo com missões, ou se comprometa indo até aqueles que nunca ouviram falar de Jesus, não fique separado de min ao outro lado do muro.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Pecados do sexo...

Todos os desejos impuros e as paixões degradantes são pecados graves aos olhos de Deus por serem transgressões da lei do amor (Ex. 20.14) e profanação do relacionamento conjugal. Tais pecados são severamente condenados nas escrituras e colocam o culpado fora do reino de Deus (Rm. 1.24-32; I Co. 6.9,10; Gl. 5.19-21).

A sexualidade em si não é pecado, mas as pessoas abusam e pervertem o sexo, usando o de modo pecaminoso, errado, impróprio.
Quase todos os pecados nós vencemos, encarando-os, confrontando-os, tendo como base a Palavra de Deus, mas quanto aos pecados do sexo, deles a Bíblia diz: "Foge".
Parece que a mais potente arma de Satanás nestes últimos dias é a imoralidade sexual.

Os pecados do sexo, mais comuns da presente geração:


a) Adultério: um pecado sexual cometido por solteiros e casados.


b) Fornicação (gr. porneia): ampla variedade de práticas sexuais, pré ou extramautais. Tudo que significa intimidade e carícia fora do casamento é claramente transgressão dos padrões morais de Deus. (Lv. 18.6-30; 20.11,12,17,19-21; I Co. 6.18; I Ts. 4.3).


c) Permissividade: um pecado mais praticados por solteiros.


d) Homossexualidade: atração erótica entre indivíduo do mesmo sexo.


e) Pornografia: literatura obscena, vista, lida, falado, ouvida, comummente chamada de "arte".

f) Masturbação: "Provocar o gozo venéreo pelo contato das mãos". Talvez você pense que pode, com a masturbação, experimentar certo grau de satisfação sexual: todavia, esse hábito certamente afastará você do propósito com que Deus lhe conferiu os poderes sexuais. I Co. 3.17.

g) Sodomia: pervesão sexual... sexo anti-natural; pervertido; anormal como: sadismo; masoquismo; fetichismo; voeirísmo; bestialismo; incesto; pedofilia; gerofilia; tara. Entre as taras estão a analfilia; amilofilia; felatofilia; estupro, etc.


Todos os desejos impuros e as paixões degradantes são pecados graves aos olhos de Deus por serem transgressões da lei do amor (Ex. 20.14) e profanação do relacionamento conjugal. Tais pecados são severamente condenados nas escrituras e colocam o culpado fora do reino de Deus (Rm. 1.24-32; I Co. 6.9,10; Gl. 5.19-21).


h) A imoralidade e a impureza sexual não somente incluem o ato sexual ilícito, mas também qualquer prática sexual com outra pessoa que não seja seu cônjugue. Qualquer intimidade sexual entre jovens e adultos solteiros e pecado contra a santidade de Deus e o padrão bíblico da pureza. Deus proíbe, explicitamente, "descobrir a nudez" ou "ver a nudez" de qualquer pessoa a não ser entre marido a mulher legalmente casados (Lv. 16.6-30; 20.11,17,19-21.)


i) Lascúra (gr. aselgeia): denota a ausencia de princípios morais, principalmente o relaxamento pelo domínio próprio que leva à conduta virtuosa I Tm 2.9. Isso inclui a inclinação à tolerância quanto a paixões pecaminosas ou ao seu estímulo, e deste modo a pessoa torna-se partícipe de uma conduta antibíblica (Gl. 5.19; I Pe. 2.2,18).

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A verdade sobre o natal


Amigos leiam e tirem suas próprias conclusões...


Após a morte do último apóstolo, a Igreja começou a se afastar daquela linha traçada por seu fundador. Em conseqüência disso, muitas verdades foram perdidas e algumas práticas pagãs foram acrescentadas na vida da Igreja.


Introdução
A Igreja nos seus primeiros anos de vida causou uma verdadeira revolução na sociedade contemporânea, e até o final do 1º século se manteve firme no fundamento dos apóstolos, isto é, nas verdades estabelecidas por Cristo.
Após a morte do último apóstolo, a Igreja começou a se afastar daquela linha traçada por seu fundador. Em conseqüência disso, muitas verdades foram perdidas e algumas práticas pagãs foram acrescentadas na vida da Igreja.
O que dizem as Enciclopédias
A festa do Natal teve sua origem na Igreja Católica Romana e desta se estendeu ao protestantismo e ao resto do mundo.
Em que se inspirou a Igreja Católica? Não foi nos ensinamentos do Novo Testamento. Não foi na Bíblia e nem nos apóstolos que foram instruídos pessoalmente por Jesus. O Natal se introduziu na Igreja durante o século IV proveniente do paganismo.
Sendo que a celebração do Natal foi introduzida no mundo pela Igreja Católica e não tem outra autoridade senão ela mesma, vejamos o que diz a respeito a Enciclopédia Católica (edição de 1911):
"A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja ... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito ... os costumes pagãos relacionados ao inicio do ano se concentram na festa do Natal".
Na mesma enciclopédia encontramos que Orígenes, um dos chamados pais da Igreja, reconheceu a seguinte verdade : " ... não vemos nas Escrituras alguém que haja celebrado uma festa ou um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram nesse mundo".
A Enciclopédia Britânica (edição de 1946) diz: "O Natal não constava entre as antigas festividades da Igreja ... Não foi instituída por Jesus Cristo nem pelos apóstolos, nem pela autoridade bíblica. Foi tomada mais tarde do paganismo".
A Enciclopédia Americana (edição de 1944) diz : "O Natal de acordo com muitas autoridades, não se celebrou nos primeiros séculos da Igreja Cristã. O costume do cristianismo não era celebrar o nascimento de Jesus Cristo , mas sua morte . ( A comunhão instituída por Jesus no Novo Testamento é uma comemoração da Sua morte).
Em memória do nascimento de Cristo se instituiu uma festa no século IV. No século V , a Igreja Oriental deu ordem de que fosse celebrada para sempre, e no mesmo dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol , já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo".
Tomemos nota deste fato importante. Estas autoridades históricas demonstram que durante os três primeiros séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa foi introduzida na Igreja Romana no século IV e, somente no século V, estabelecida oficialmente como festa cristã.
Jesus não nasceu em 25 de dezembro
Jesus Cristo nem sequer nasceu na época do ano em que se comemora o Natal! Quando Ele nasceu "havia pastores no campo que velavam e guardavam seus rebanhos durante a vigília da noite" (Lucas 2:8). Isto jamais pode acontecer na Judéia no mês de dezembro. Os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e os guardavam para os proteger do inverno que se aproximava , tempo frio e de muitas chuvas. A Bíblia prova em Lamentações 2:1 “COMO cobriu o Senhor de nuvens na sua ira a filha de Sião! Derrubou do céu à terra a glória de Israel, e não se lembrou do escabelo de seus pés, no dia da sua ira.” e Esdras 10:9,13 “Então todos os homens de Judá e Benjamim em três dias se ajuntaram em Jerusalém; era o nono mês, aos vinte dias do mês; e todo o povo se assentou na praça da casa de Deus, tremendo por este negócio e por causa das grandes chuvas... Porém o povo é muito, e também é tempo de grandes chuvas, e não se pode estar aqui fora; nem é obra de um dia nem de dois, porque somos muitos os que transgredimos neste negócio.”, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos a noite no campo.
"Era um antigo costume dos judeus daqueles tempos levar seus rebanhos aos campos e desertos nas proximidades da Páscoa ( em princípios da primavera ) e trazê-los de volta para casa ao começarem as primeiras chuvas". (Adam Clark Commentary , vol. 5, pág 370).
É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para época de frio e chuvas (Lucas 2:1 “E ACONTECEU naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse.” ).
Qualquer enciclopédia ou outra autoridade pode confirmar o fato de que Cristo não nasceu em 25 de dezembro. A enciclopédia católica o disse claramente.
A data exata do nascimento de Jesus Cristo é desconhecida. Isto é reconhecido por todas as autoridades. Se fosse a vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o nascimento de Jesus Cristo , Ele não haveria ocultado esta data.
Como esta festa se introduziu na Igreja
The New Shaff-Herzog Enciclopedia of Religious Knowkwdge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal: "Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve sua origem na paga Brumália (25 de dezembro), que seguiu a Saturnália ( 17 a 24 de dezembro ) e comemora o dia mais curto do ano e o nascimento do deus sol. As festividades pagãs de Saturnália a Brumália estava demasiadamente arraigadas aos costumes populares para serem suprimidas pela influencia crista. Estas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotamia acusavam os seus irmãos orientais de idolatria e culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã".
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século IV os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém com a vinda do governador Constantino no século IV , que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com paganismo, o mundo romano passou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos apareceram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente tenha sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria muito especial. Agradava o povo! Não queriam suprimi-la.
Dessa maneira Constantino institucionalizou a Igreja Cristã, colocando o cristianismo como religião oficial.
Neste processo a Igreja se "paganizou" e o mundo se "cristianizou".
O sistema aceitou a moral cristã e legislou de acordo com ela a família, o dia do repouso, os deveres religiosos, a moral sexual, etc. Porém não renunciou aos valores fundamentais do humanismo: a ambição do poder, o amor ao dinheiro e a vangloria da vida.
Ao mesmo tempo a Igreja seduzida pela tentação de Satanás, sucumbiu por ambicionar o poder oferecido pelo Império Romano e as riquezas que este colocava a sua frente.
A verdadeira origem do Natal
Temos visto, pois, que o Natal foi estabelecido por meio da Igreja Católica Romana e que ela o recebeu do paganismo. Porém, qual foi sua verdadeira origem?
O natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia e, como tal, tem suas raízes na antiga Babilônia de Ninrode! Sim, data da época imediatamente posterior ao dilúvio!
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico, sistema organizado de impérios e governos humanos, do sistema econômico do lucro, o qual tem se apoderado do mundo desde então. Ninrode construiu a torre de Babel, a Babilônia original, Nínive e muitas outras cidades. Organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode deriva da palavra "marad", que significa "rebelar".
De escritos antigos aprendemos que foi este homem que começou a grande apostasia mundial organizada que tem dominado o homem deste tempos antigos até agora. Ninrode era tão perverso que, segundo escritos antigos, casou-se com sua própria mãe cujo nome era Semiramis. Morto prematuramente, sua chamada mãe-esposa, Semiramis, propagou a perversa doutrina da reencarnação de Ninrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que em cada aniversário de seu nascimento, Ninrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.
Semiramis se converteu na "rainha dos céus" e Ninrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idolatra, Ninrode também se tornou em falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a "mãe e o filho" (Semiramis e Ninrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração da "mãe e do filho" se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona" muito antes do nascimento de Jesus Cristo.
Nos séculos quarto e quinto os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo" levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos dissimulando-os (não dar a perceber) sobre nomes cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia da "mãe e do filho", especificamente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.
Quem foi criado neste mundo babilônico, que tem aceitado estas coisas durante toda a vida, tem aprendido a venerá-las como algo sagrado. Não duvida. Jamais se detém para verificar se estes costumes tem sua origem na Bíblia ou na idolatria pagã.
Assombramo-nos ao conhecer a verdade e, infelizmente, há aqueles que se ofendem ao ouvir a verdade. Porém, Deus ordena a seus ministros fiéis: "Clama em vós alta, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão." ( Isaías 58:1 ).
A verdadeira origem do Natal está na babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis ( nome egípcio da "rainha do céu" ) nasceu no dia 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido celebram esta data antes do nascimento de Cristo.
Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a Igreja primitiva jamais celebraram o nascimento de Cristo nesta data e em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem ou instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe sim, a ordem de observarmos a Sua morte ( I Co 11:24-26 “E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.” ;
Jo 13:14-17 “Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.” ).
Assim foi, como os "mistérios dos caldeus", inventado pela esposa de Ninrode e nos foi legado (dados como herança), com novos nomes cristãos, pelas religiões pagãs.
Estamos na Babilônia sem sabermos
O Natal tem se tornado uma festa comercial sustentada em parte pelas companhias publicitárias. Em muitos lugares vemos um "Papai Noel" em disfarce. Os anúncios publicitários nos mantém enganados sobre o "espírito de Natal". Os jornais e revistas onde são publicados estes anúncios também trazem editoriais que exaltam a festividade pagã e seu "espírito". As pessoas crédulas estão tão convencidas, que muitas se ofendem ao conhecer a verdade. Porém o "espírito natalino" é renovado a cada ano, não para honrar a Cristo, mas para vender mercadorias! Como todos os enganos de Satanás, o Natal também se apresenta como "anjo de luz", algo aparentemente bom.
Denominamo-nos como nações cristãs, porém, sem sabermos estamos realmente na Babilônia, tal como predisse a Bíblia. Apocalipse 18:4 nos adverte: "Sai dela povo meu para que não sejas participante dos sete pecados, e para que não incorras nas suas pragas.”
Afinal, a Bíblia mostra quando nasceu Jesus?
Sim, podemos através de alguns detalhes bíblicos, situar cronologicamente o nascimento de Jesus e verificar que o Seu nascimento foi o cumprimento de uma das mais importantes festas do Velho Testamento - a Festa dos Tabernáculos.
Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, que acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Tisri/Etanin) do calendário judaico, que corresponde ao mês de setembro/outubro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos ou das Cabanas, significava Deus habitando com seu povo. Foi instituída por Deus como memorial para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto em que o Senhor habitou num Tabernáculo no meio do seu povo (Lv 23:39-44 “Porém aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido do fruto da terra, celebrareis a festa do SENHOR por sete dias; no primeiro dia haverá descanso, e no oitavo dia haverá descanso. E no primeiro dia tomareis para vós ramos de formosas árvores, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras; e vos alegrareis perante o SENHOR vosso Deus por sete dias. E celebrareis esta festa ao SENHOR por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas; todos os naturais em Israel habitarão em tendas; Para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR vosso Deus. Assim pronunciou Moisés as solenidades do SENHOR aos filhos de Israel.” ;
Ne. 8:13-18 “E no dia seguinte ajuntaram-se os chefes dos pais de todo o povo, os sacerdotes e os levitas, a Esdras, o escriba; e isto para atentarem nas palavras da lei. E acharam escrito na lei que o SENHOR ordenara, pelo ministério de Moisés, que os filhos de Israel habitassem em cabanas, na solenidade da festa, no sétimo mês. Assim publicaram, e fizeram passar pregão por todas as suas cidades, e em Jerusalém, dizendo: Saí ao monte, e trazei ramos de oliveiras, e ramos de zambujeiros, e ramos de murtas, e ramos de palmeiras, e ramos de árvores espessas, para fazer cabanas, como está escrito. Saiu, pois, o povo, e os trouxeram, e fizeram para si cabanas, cada um no seu terraço, nos seus pátios, e nos átrios da casa de Deus, na praça da porta das águas, e na praça da porta de Efraim. E toda a congregação dos que voltaram do cativeiro fizeram cabanas, e habitaram nas cabanas, porque nunca fizeram assim os filhos de Israel, desde os dias de Josué, filho de Num, até àquele dia; e houve mui grande alegria. E, de dia em dia, Esdras leu no livro da lei de Deus, desde o primeiro dia até ao derradeiro; e celebraram a solenidade da festa sete dias, e no oitavo dia, houve uma assembléia solene, segundo o rito.” ).
No Evangelho de João capítulo 1 , vs. 14, vemos : "Cristo ... habitou entre nós". Esta palavra em grego é skenoo ou tabernaculou ; isto é, a festa dos tabernáculos cumprindo-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Is 7:14 “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.” ) que significa Deus conosco. Em Cristo não se cumpriu somente a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mt 26:2 “Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado.” ;
I Co 5:7 “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.” ), e a festa do Pentecostes, quando enviou o Espírito Santo sobre a Igreja (Atos 2:1 “E, CUMPRINDO-SE o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar.” ).
Vejamos nas escrituras alguns detalhes que nos ajudarão situar cronologicamente o nascimento de Jesus:
Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 15 dias. ( I Cr 24:1-19 - 24 turnos X 15 dias=360 dia ou 1 ano)
O oitavo turno pertencia a Abias (I Cr 24:10 “A sétima a Hacoz, a oitava a Abias.” )
O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico (mês de Nisã ou Abibe - Ex12:1-2; Dt. 16:1 ; Ex. 13:4 )
Comecemos por Zacarias, pai de João Batista. Ele era sacerdote e ministrava no templo durante o turno de Abias ( Lucas 1:5,8,9 “Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; e o seu nome era Isabel... E aconteceu que, exercendo ele o sacerdócio diante de Deus, na ordem da sua turma, Segundo o costume sacerdotal, coube-lhe em sorte entrar no templo do Senhor para oferecer o incenso.” )
Terminado o seu turno voltou para casa e, conforme a promessa que Deus lhe fez, sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Lucas 1:23-24 “E sucedeu que, terminados os dias de seu ministério, voltou para sua casa. E, depois daqueles dias, Isabel, sua mulher, concebeu, e por cinco meses se ocultou, dizendo.” ). Portanto João Batista foi gerado no fim do mês Tamuz ou início do mês Abe. Agora um dado muito importante: Jesus foi concebido seis meses depois (Lucas 1:24-38 “E, depois daqueles dias, Isabel, sua mulher, concebeu, e por cinco meses se ocultou, dizendo: Assim me fez o Senhor, nos dias em que atentou em mim, para destruir o meu opróbrio entre os homens. E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria... ” ). Portanto Jesus foi concebido no fim de Tebete ou início de Sebate.
Visto estes detalhe nas Escrituras, chegamos a conclusão que João Batista foi gerado no fim de junho ou inicio de julho, quando Zacarias voltou para casa após seu serviço no templo. Jesus foi concebido seis meses depois, no fim de dezembro ou início de janeiro. Ele não nasceu em dezembro como diz a tradição, mas foi gerado neste mês. Nove meses depois, no final do sétimo mês (Tisri/Etanin), setembro no nosso calendário, quando os judeus comemoravam a festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar com Seu povo. Nasceu Jesus!
Deus tabernaculou com seu povo. Nasceu o Emanuel. Deus habitando conosco.

Diante de tudo isso, temos claro da parte de Deus e da própria história secular a origem do natal e de seus objetos (árvore de natal, guirlanda (cordão ornamental de flores, folhagem e etc.), presentes, presépio, Papai Noel, etc.).
A Igreja nestes dias de restauração tem que renunciar a essa cultura que nos foi imposta e pregar que Jesus não está indefeso numa manjedoura, mas que nasceu, cumpriu todo o propósito de Deus, morreu, ressuscitou e hoje reina sobre e através da Igreja pelo poder do Espírito Santo, que está em nós que O confessamos e O temos como Senhor de nossas vidas.


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Gula, o que é isto?


Olhai por vós mesmos; para que não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria (Lc.21.34)


Gula é o consumo excessivo de alimentos ou bebidas. O consumo descontrolado, ou seja fora de hora, ou em grande quantidade é prejudicial à saúde. Nas festas Romanas (Rm.13.13) a prática da gulodice era uma constante, pois eles eram um povo festivo e que freqüentavam mais de uma festa no mesmo dia. Caso não comesse daquela fartura oferecida pelo anfitrião, seria uma ofensa, por tanto ele ia à primeira festa, comia e bebia de tudo e ao chegar na segunda festa o mesmo provocava o vomito, introduzindo o dedo indicador na garganta para que pudesse comer nesta segunda festa tudo que lhe fosse oferecido.


Talvez pareça difícil acreditar que em pleno século XX exista alguém que pratique tal ato, mas acredite, a famosa atriz Jane Fonda diz que o maior prazer dela é sentir o paladar de uma boa comida ou bebida e com isto ela confessa ser praticante da Gula.
Em I Pe.4.3 - “Porque é bastante que no tempo passado tenhais cumprido a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscência, borrachices, glutonarias, bebedices...”


Hoje, sendo uma nova criatura, temos que educar nosso organísmo adaptando-se a um novo hábito alimentar, fazendo as refeições necessárias para manutenção do fisiológico. Quando consumimos carne, leva-se por todo processo digestivo desde a mastigação devendo-se faze-la 32 vezes, depois a saliva, e por fim o suco gástrico, o período é de 48 horas, sendo que as demais alimentações 24 horas. A carne do porco não é proibida comer, não é isto que diz a Bíblia, mais alerta que ela pode causar doenças irreparáveis, devido o porco
ser um animal que não transpira e por esta razão toda impureza fica impregnada em sua roupagem provocando as doenças de citisicose e tenea sóles, isto é um verme que vai comendo tudo por dentro. Para você ter uma idéia, até a carne de um cachorro é mais limpa que a do porco devido ao cachorro transpirar pela língua. (Lv.11.7, Dt. 14.8, Is.65.4; 66.17)


Mas voltando ao assunto sobre a gula, quando o alimento é demasiado, ocorre alterações orgânicas e desequilíbrio de composições químicas produzidas pelo nosso próprio corpo, levando o indivíduo a sofrer um Infarto do Miocárdio, Hipertensão, entre outras que pode levar ao óbito. Temos o exemplo prático onde nosso organísmo produz 70% de Lipídeos (gordura/colesterol) e 30% é ingerido através da alimentação, porém quando se consome um grande volume de frituras ou alimentos ricos em lipídeos, pode provocar o entupimento das artérias (vasos sangüíneos) levando a necrose (morte dos tecidos) ocasionando a trombose e consequentemente o infarto localizado.



Portanto seja zeloso com o corpo que Deus te deu e cuide bem dele pois és santuário de Deus, habitação de seu Espírito.